BITCOINS, ULTRAPASSA OS 25 MIL, VEJA COMO GANHAR 1 BITCOIN.

A actual situação da trading212

Recentemente tem havido mais e mais posts acerca da trading212 demorar a entregar dividendos e quando a negocia na parte CFD tem tendência para fechar as transações quando os usuários estão a ganhar fazendo-os perder dinheiro. Uma busca por posts antigos também encontrei problemas similares com futures de bitcoin.
Neste momento foi reportado, de acordo com outro user, que registaram prejuízos. Pondo isto tudo junto estou bastante inquieto acerca da actual situação financeira da empresa. Alguém aqui já teve problemas? Alguém que use há largos anos e tenha levantado milhares de euros ao longo desse período?
Retirar dinheiro da conta: https://www.reddit.com/trading212/comments/h844cg/be_very_very_careful_with_this_platform_cant_get/
Fecho de CFD "aleatórios": https://www.reddit.com/StockMarket/comments/h7nxef/is_trading212_allowed_to_do_this_ethically_o
https://www.reddit.com/trading212/comments/h7kv75/sorry_guys_but_im_done_with_trading_212/
Relatório anual de contas: https://www.reddit.com/trading212/comments/h9hv98/trading_212_uk_annual_accounts_released_loss_of/
bitcoin: https://www.reddit.com/StockMarket/comments/7cqloj/trading212_scam/
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Tudo sobre o Bitcoin: a história, os usos e a política por trás da moeda forte digital *Gizmodo*

Fonte Gizmodo
Em abril de 2013, visitei um prédio ocupado em Londres e fui apresentado a um grupo de ativistas políticos e hackers que trabalham para transformar a maneira como entendemos e usamos o dinheiro, visando uma reestruturação do próprio sistema financeiro e a criação de uma nova organização econômica. Formado por jovens que se conheceram no Occupy London (protesto que ocupou as imediações da catedral de St. Paul’s entre outubro de 2011 e junho de 2012), o squat fica no coração da cidade, bem próximo ao centro bancário, e se tornou o ponto de encontro informal da comunidade interessada em bitcoins e em criptomoedas na capital inglesa. Lá ouvi sobre os esforços daqueles que estão criando o ecossistema da primeira moeda digital, descentralizada, anônima e instantânea do mundo – o Bitcoin (BTC) – e como o conceito lançado por ela pode libertar o dinheiro e dar mais poder às pessoas para gerenciar suas finanças.
Era insólito ser apresentado a uma utopia com tamanho potencial transformador para a economia em um ambiente como aquele – um edifício comercial gigantesco e quase deserto, ainda com luzes e água funcionando, paredes inteiramente grafitadas e alguns gatos pingados espalhados pelas salas. “Bitcoin é um sistema econômico alternativo que usa moedas digitais e que se auto-regula com base em um sistema de mineração informatizado, criptografia de chave pública e um arquivo que registra todas as transações feitas. É uma solução para o futuro do dinheiro digital”, me explicou Amir Taaki, programador inglês que se envolveu com o sistema nos seus primórdios e era meu contato no local. De moicano em riste e vivendo apenas com o que cabe em uma mala, Taaki parecia um mensageiro improvável para a mais recente novidade econômica. Mas as aparências enganam – ele aprimorou partes do código, fundou dois câmbios e uma consultoria sobre o tema e é o organizador de uma conferência que chega à sua segunda edição em novembro deste ano.
Apesar de ainda viver seus primeiros dias e contar com um caráter experimental, a moeda vem crescendo e apresentando uma série de vantagens teóricas em relação ao sistema bancário tradicional – transferências de pessoa a pessoa sem o intermédio de bancos ou regulação central, taxas menores, abertura fácil de contas e poucos pré-requisitos para começar. Reunindo um grupo de interessados na moeda, o ambiente estava elétrico naquela noite, movido principalmente pela alta histórica da moeda hacker. Em tempos de crises como a do Chipre, onde o governo ameaçava confiscar uma parte das economias bancárias da população e usá-la para pagar a dívida de bancos, a ideia de uma moeda descentralizada e livre das garras do sistema financeiro e político ganha um interesse ainda maior.
Diversas empresas já tornam possível comprar uma grande variedade de itens com bitcoins – uma nova leva de startups já vende legalmente casas, computadores, guitarras e pizzas em troca da criptomoeda, que também pode ser trocada por prata ou ouro em câmbios especializados. Com a maior atenção da mídia para o assunto, algumas companhias de tecnologia também se equiparam para receber pagamentos em Bitcoin – WordPress, Mega e Reddit entre elas. Atualmente, a maioria das companhias aceitando bitcoins são digitais, mas alguns (poucos) locais físicos despertam para o crescente mercado. Hoje, a moeda flutua pelo mundo digital. Mas grandes cidades já se adaptam à nova economia, e Berlim já oferece cafés, bares, restaurantes e lojas de discos que aceitam bitcoins.
Estipula-se que a experiência do Chipre e a má situação da economia espanhola aumentaram a demanda por bitcoins e foram dois fatores decisivos para a impressionante alta do valor das moedas em 2013 – durante o mês de abril, cada moeda chegou a valer US$ 266. Alguns dos que estavam reunidos comigo naquele squat puderam se tornar milionários com a atualização nos valores, quase que da noite pro dia. Posteriormente, a economia teve uma queda motivada por ataques a um site de câmbio e hoje cada bitcoin vale US$ 120, ainda assim um valor alto se pensarmos que em janeiro 1 BTC saia por US$ 13,50.
A alta no preço das moedas reflete uma maior demanda por elas, que são limitadas. Tal procura pode ser motivada por diversos fatores (maior exposição na imprensa, incerteza econômica em países europeus ou mero faro de que aquele projeto poderia se valorizar). Já a ‘quebra’ subsequente parece ter sido arquitetada, com o Mt. Gox (maior câmbio de bitcoins) tendo sofrido uma série de ataques DDoS que tinham como objetivo justamente a desestabilização do seu serviço e a queda do valor das bitcoins, que puderam ser readquiridas por muito menos e, com o decorrer do tempo, passaram a crescer novamente. Por ser puramente digital, o Bitcoin sofre de ameaças digitais: atualmente, um DDoS pode balançar a economia.
Se para alguns se trata apenas de uma bolha e um esquema para que os usuários antigos ganhem em cima dos novos, outros enxergam no conceito “a ideia mais perigosa da internet” e um potencial para revolucionar o sistema financeiro e criar uma economia paralela, gerida para e por pessoas. O protocolo do dinheiro eletrônico peer-to-peer não depende da confiança em uma autoridade monetária central e permite transações semi-anônimas e quase livres de impostos e taxas, mesmo no caso de envios para o exterior. Em poucos segundos é possível transferir dinheiro para o outro lado do planeta, de uma pessoa para outra, sem a intermediação de bancos ou regulações governamentais. Pode parecer exagero, mas os defensores do Bitcoin defendem que o impacto social e econômico do projeto pode ser comparável ou até maior do que o da própria internet. O objetivo último é transformar a maneira como enxergarmos o que é dinheiro e os canais pelos quais ele é escoado. A ideia é potencialmente disruptiva – em uma sociedade que se organizasse em torno de um conceito financeiro como esse, não existiriam fronteiras ou intermediários entre você e seu capital, e ninguém teria a chave-mestra para a sua conta ou decidiria para quem pode ou não transferir dinheiro. Ao mesmo tempo, ninguém se responsabilizaria no caso de desvios ou problemas quaisquer, assim como nada garante que o valor da moeda se mantenha.
Bitcoins são mais ou menos como o ouro. Como o metal precioso, elas têm que ser ‘garimpadas’ na internet através de usuários de uma aplicação gratuita que libera bitcoins em troca de um esforço computacional na resolução de problemas matemáticos complexos, que ajudam a verificar e divulgar todas as transações. A rede possui um banco de dados que se expande em blocos, que são gerados mais ou menos a cada dez minutos e que contêm todas as transações realizadas – mantendo a privacidade dos usuários, as trocas ficam abertas e podem ser checadas. Trata-se de uma medida de segurança que visa impedir que uma bitcoin seja gasta duas vezes. Com cada bloco sendo gerado com base no anterior, é impossível corromper o sistema e inserir moedas ou transações falsas.
O ‘garimpo’ se dá de forma que a quantidade de fundos disponibilizada é ajustada em uma crescente previsível e controlada – apenas 21 milhões de bitcoins serão criadas, com uma escala pré-definida sobre a liberação delas até 2040 – tudo isso para evitar a versão digital do “basta imprimir mais dinheiro, oras”. Os mineradores são responsáveis por adicionar ‘blocos’ de transações na rede, ganhando por isso uma recompensa em bitcoins. Tecnicamente, qualquer um pode se tornar um minerador e ganhar bitcoins, mas com o tempo os problemas se tornam mais difíceis e apenas equipamentos especializados e de alta capacidade podem ajudar a resolvê-los. Supercomputadores são usados para isso, e assumem o posto de perfuradoras digitais. Hoje em dia, o equipamento para mineração já evoluiu para caros sistemas computacionais adaptados para competir por novas bitcoins, e já é bem difícil que um novato entre no jogo. Da escassez nasce o valor do Bitcoin – assim como o ouro, a demanda é limitada e o esforço para consegui-lo é cada vez maior.
Alguns dias depois do encontro com a comunidade Bitcoin em Londres, adquiri minhas primeiras moedas e comecei a pesquisar como tudo isso funcionava na prática. Adquirir a moeda é relativamente simples, mas todo o processo e suas diferenças para o sistema bancário tradicional podem afastar o leigo. Para quem não tem os conhecimentos técnicos necessários ou o interesse para iniciar uma operação de mineração, pode-se conseguir bitcoins ao vender serviços ou bens e cobrar na moeda, comprá-las de alguém (existem inúmeros sites para isso, como o LocalBitcoins) ou trocar euros ou dólares em câmbios especializados, sendo o maior deles o Mt.Gox, empresa japonesa que processa quase 80% das trocas. Com a popularização, novos e mais práticos meios de receber bitcoins estão sendo desenvolvidos, empresários já trabalham em caixas eletrônicos e também já existe uma versão física do dinheiro eletrônico.
Ao adquirir bitcoins, as moedas ficam arquivadas em uma ‘carteira digital’ no seu computador na forma de códigos de 64 caracteres cada. Uma das maneiras mais simples de consegui-las é com o uso de um processador de pagamentos como o BitInstant, onde você deposita dinheiro e, ao pagar uma pequena taxa, recebe o valor depositado em BTC na sua carteira digital (Bitcoin-QT ou Coinbase são boas opções). Através do programa, é possível arquivar moedas e também mandar e receber de outros, mas vale fazer um adendo: tome cuidado ao escolher as empresas ou pessoas com quem fará negócio em BTC, já que as transações são irreversíveis e a única opção no caso de algum engano é esperar que o outro lado da linha devolva os seus fundos. Se você decidir se aventurar no mundo BTC, também aconselho a leitura mais detalhada dos diversos meios para garantir a segurança da sua carteira.
Para fazer uma transferência, basta declarar a quantia através do programa escolhido, assinar digitalmente com a chave privada dada a cada endereço e digitar também o código daquele que recebe. A transação é então verificada pelos mineradores que, se aceitarem o procedimento, gravam os registros e distribuem por toda a rede. A partir desse momento, o dinheiro já está em posse da outra pessoa, como saldo disponível em sua ‘carteira digital’. Aqui, o minerador funciona como intermediário, mas nunca como regulador da moeda.
Com moedas em caixa e entendendo melhor como tudo isso se dá no mundo real, hora de explorar as origens e o potencial da moeda hacker.
O resto da Materia pode ser liga aqui http://gizmodo.uol.com.btudo-sobre-o-bitcoin/
Rafael Cabral tem 25 anos e é um jornalista interessado na intersecção entre internet e política. Iniciou sua carreira como repórter do caderno Link, n’O Estado de S. Paulo, e desde então já publicou matérias em diversos meios, quase sempre relacionadas a tecnologia. No último ano esteve flanando por Londres, onde conheceu a galerinha maneira do Bitcoin
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Equívocos comuns sobre o bitcoin - Guia para jornalistas:

quívocos comuns sobre Bitcoin - Um Guia para Jornalistas [tradução]
Embora o problema agora seja consideravelmente menor do que foi a um ano atrás, uma quantidade significante de desinformados sobre o Bitcoin continuam a aparecer ao redor da internet. Parte do problema é o conceito de que o Bitcoin não é nada parecido com qualquer coisa vista antes; moedas decentralizadas que não tem presença offline não eram exatamente algo do senso comum antes do Bitcoin aparecer. Bitcoin é tambem incomum pois é um assunto meio high-tech mas com consequências fora do mundo da tecnologia, levando jornalistas sem preparo a falar coisas absurdas como associar o Bitcoin a universidade de tecnologia MIT nos EUA só por causa da licença de uso. Na verdade a "MIT license" usada pelo bitcoin não fala nada mais do que, qualquer pessoa tem o direito de usar livremente, modificar e distribuir o software e isso tem tanto a ver com o MIT quanto os "Algorismos indo-arábicos" tem a ver com a Al Qaeda, os governos da Siria e o Iran.
Outra questão é que é desejável escrever uma história interessante; uma história sobre um empresário de terno e gravata usando Bitcoin de forma rápida e barata para movimentar dinheiro através de fronteiras internacionais é muito menos provável para gerar visitas ao seu site do que um "site subterrâneo onde você pode comprar qualquer droga e arma imaginável". Assim, a tendência natural existe em favor desta última sobre a primeira.
Grandes players da midia falam que os Bitcoins se espalharam como memes e isso só serve pra agravar o problema. Por exemplo, depois que o Financial Post alegou em 8 de junho que "Europeus estão movendo seu dinheiro para fora dos bancos e comprando tudo em Bitcoins", com uma onda de artigos seguintes sobre o mesmo assunto. Em junho de 2011, a Business Insider, postou um artigo baseado no artigo do Financial Post alegando que a mesma coisa e a Betabeat e varios outros sites seguiram sua opinião. Um desses sites por sua vez catapultou a história para o Slashdot e a ZDNet e a Daily Finance fizeram seus artigos em seguida. Na verdade, entretanto, a história de investidores indo de Euro pra Bitcoins em massa foi groceiramente exagerada - Amir Taaki reportou que "a única coisa que aconteceu é que euro cresceu no preço em relação ao dolar, ligeiramente"
Mesmo em caso de histórias que são essencialmente verdadeiras, o efeito de distorção ainda pode se manifestar; quando o Bitcoin Central anunciou que firmou parceria com uma instituição financeira na frança, a afirmação errônea foi que o Bitcoin Central tinha sido licenciado como um provedor de serviços de pagamento ao invés de simplesmente firmar parceria com uma instituição existente foi tão rapidamente copiada na internet que o Bitcoin Central teve que soltar uma nota esclarecendo os fatos.
Os topicos seguintes são esclarecimentos sobre os maiores erros que foram noticiados dentro de um ano e meio:
  1. Bitcoin não tem uma central ou uma organização ou uma autoridade por trás; Esse recurso do Bitcoin é o menos entendido pelas pessoas que são novas para a moeda, e talvez a mais difícil de entrar na cabeça das pessoas. Um recente artigo da Occupy Corporatism tropeçou nesse erro consideravelmente, fazendo afirmações como "Bitcoin ganhou o status de um prestador de serviços de pagamento e agora o Bitcoin tem um número de identificação bancária internacional". Embora a comunidade Bitcoin inclua organizações como Bitcoin Foundation e Bitcoin Central, nenhum destes são autoridades centrais com poder sobre o Bitcoin como um todo. Bitcoin Central é apenas um mercado de bitcoin dentre centenas de outros e nem é o maior deles.A Fundação Bitcoin é simplesmente uma organização composta de membros altamente respeitados na comunidade Bitcoin e desenvolvedores de partes importantes do software cliente do Bitcoin. Qualquer um poderia criar sua própria exchange e sua própria fundação e tomar esses títulos. Em vez de pensar Bitcoin como um produto lançado por uma empresa tradicional, é mais apropriado pensar nisso como uma mercadoria auto-sustentável digital, semelhante ao ouro. Tem uma indústria extensa e saudável que fornece produtos e serviços baseados em torno dele, e ele tem o seu próprio negócio e organizações que o defendem, mas não há uma "Gold Corporation Central". As bases de dados que mostram endereços Bitcoin com um saldo de bitcoins são todos coletivamente geridos pela rede, usando uma rede peer-to-peer, de forma semelhante às redes usadas por serviços de compartilhamento de arquivos.
  2. O preço do Bitcoin NÃO, repito, NÃO caiu para US$0,01 em junho de 2011. A história por trás desse mito é um evento em junho de 2011 quando um administrador de contas do MtGox, um dos mercados de compra e venda de bitcoin, que tem quase 80% do market share [volume de compras e vendas da rede], foi hackeado, e o atacante manipulou o banco de dados do MtGox criando um balanço de 20 milhões de bitcoins na sua conta e imediatamente vendeu tudo 'à preço de mercado' e consumiu todas as ordens de venda do MtGox dos meses anteriores, indo de 17,50 a $0,01. Entretando, o que aconteceu foi que o preço de $0,01 não era o preço do Bitcoin mas sim o preço representado no MtGox. Um preço é, por definição, um valor em um mercado para algo que está sendo comprado e vendido em um determinado momento. Neste caso, entretanto, MtGox "voltou" (fez um 'rollback' ) em todas as transações que foram executadas durante esse evento, então nenhuma compra ou venda foi feita a menos que $10. Os gráficos de preço do MtGox não mostram essas transações falsas (que foram estornadas) ocorridas neste dia. Além do atacante, nenhum ser humano esteve, em nenhum momento, disposto a vender bitcoins em algo próximo a US$ 0,01 - os pedidos que foram processados ​​foram todos feitos semanas e meses antes do evento e em todas as outras bolsas, exceto a MtGox, o preço permaneceu estável entre $13 e $18. E, mais importante de tudo, os 2 milhões que foram vendidos não eram mesmo bitcoins 'reais' - eram simplesmente entradas fraudulentas no banco de dados do MtGox. Embora seja compreensível que alguns podem interpretar o evento como o preço caindo para $0,01, apontar para este incidente como um sinal de instabilidade no preço do Bitcoin é hipocrisia - a causa foi um acidente de segurança de um serviço de terceiros, e não uma perda repentina da confiança na moeda. Aliás, se o hack do MtGox conta como o preço Bitcoin caindo para $0,01 centavos, devemos contar a história menos conhecida com o preço do Bitcoin chegando a US$ 1 bilhão.
  3. Bitcoin em si nunca foi falsificado ou hackeado. Uma série de artigos nesse último um ano e meio saíram com alegações triunfantes proclamando "Bitcoin hackeado", ou algo similar, na manchete, e recentemente um artigo do Washington Post afirmou que, no futuro, haveria contrabando de "falsas moedas digitais". Infelizmente, a reputação da segurança do Bitcoin foi afetada negativamente como resultado. Na realidade, porém, histórias sobre Bitcoin ser hackeado são simplesmente instâncias do equívoco de se achar que existe uma autoridade central manifestando-se mais uma vez. O protocolo Bitcoin em si e os vários serviços que foram acumulados pela economia Bitcoin são duas coisas completamente diferentes; dizer que o bitcoin foi hackeado quando a vítima real foi um dos serviços é como dizer que o dólar dos EUA foi hackeado quando os criminosos conseguiram roubar $ 10 milhões por estourar caixas eletrônicos. Aliás, o dólar dos EUA em si foi "hackeado", uma grande parte da receita da Coréia do Norte provêm de notas de 100 falsificadas, o protocolo Bitcoin, por outro lado, não teve quaisquer falhas de segurança significativas. Houve alguns incidentes menores envolvendo métodos de se trabalhar com Bitcoin que são conhecidamente inseguros, mas o alcance destes ataques são muito limitados, e os usuários e as empresas não estão e nem estiveram vulneráveis. Por causa do algoritmo do Bitcoin permitir somente 21 milhões de 'moedas' na economia, 'falsificar' novos Bitcoins é impossível. As bases criptográficas e as algoritmos por trás do Bitcoin provaram ser sólidos como uma rocha e o fato de ninguém ter conseguido quebrar o protocolo e ganhar a 'recompensa' de um economia de $140 milhões de dólares atesta claramente isso. Para o usuário final as unicas duas formas de perder seus bitcoins é por meio de atividade maliciosa: confiando seus bitcoins para pessoas ou serviços de terceiros inseguros ou fraudulentos, ou ter seu computador hackeado por um vírus de computador - ambos os problemas existem no sistema financeiro atual custando para a economia americana 50 bilhões de dólares por ano.
  4. Bitcoin (ainda) NÃO teve um aumento de uso massivo para fugir das sanções no Irã. Da mesma forma que a história do euro acima, este é outro meme que se espalhou pela internet toda muito rápido. Depois que a Business Week escreveu um artigo em novembro(29), Reason, Infowars, vários blogs de economia e por final a CNN deram força a história, simplesmente uma copiando parágrafos da outra sem fazer uma pesquisa ou certificar a veracidade da informação. Na realidade, a história do Irã tem sim um pingo de verdade, como existem sinais de aumento de atividade no Irã nos meses anteriores, mas em grande escala o Bitcoin está longe de causar algum impacto – no Google Trends, Bitcoin nem aparece nos gráficos do Iran. O que aconteceu aqui foi uma grande falácia jornalistica: a midia pegou uma história de um iraniano vendendo músicas por Bitcoins no CoinDL e erradamente extrapolou a história sobre iranianos trocando Bitcoin em massa. Não existe nada de errado em falar dos potenciais usos do bitcoin para evitar sanções em larga escala, mas é preciso ser cuidadoso para averiguar se é o que está realmente acontecendo.
  5. Bitcoin ESTÁ sendo usado para vender drogas em sites como Silk Road. Entretanto, bens e serviços ilegais, incluindo assassinos, pedofilia ou mesmo armas NÃO estão ganhando força significativa. O site de mercado negro Silk Road foi manchete a alguns meses atrás quando um artigo de Nicolas Cristin foi publicado, alegando que o site teve um volume mensal acima de $2 milhões. Focar no aspecto 'mercado negro' do Bitcoin é um hábito popular entre jornalistas, como mostra o senador americano Charles Schumer em junho de 2011 quando ele acusou o bitcoin de 'um esquema online de lavagem de dinheiro usado para ocultar a origem do dinheiro' na compra e venda de drogas. Mesmo hoje em dia artigos usam as palavras de Schumer como parte da introdução aos seus artigos sobre Bitcoin. Outros artigos, entretando, vão ainda mais longe; Um blog afirmou que "o fato de voce poder comprar drogas, armas e contratar assassinos com Bitcoin é incontestável" e outro vídeo mostra o Bitcoin como moeda para contratar prostitutas, armas, obras de arte roubadas e mais. Essas alegações são exageradas. O vídeo aifrma que "por um ponto Silk Road facilitou(?) o caminho para venda de produtos nocivos para os outros como armas, números de cartão de crédito roubados e coisa piores" - de fato, com o passar do tempo, as coisas mudaram para melhor. Números de cartão de crédito, pornografia infantil e assassinatos nunca foram permitidos no Silk Road e até mesmo no mais liberal dos mercados Black Market Reloaded começou a lentamento e reprimir atividades imorais - assassinos, pornografia infantil não podem ser mais achadas no site. Após polêmica crescente entre os usuários do site, o idealizador do Silk Road Dread Pirate Roberts, baniu armas no Silk Road no começo de 2012, movendo armas e afins para sites dedicados a isso. Entretanto, o site perdeu força e Roberts fechou a divisão de armas seis meses depois devido a inatividade. Armas não foram mais aceitas no Silk Road. A ameaça de assassinos é igualmente exagerada. Se você for a rede Tor procurar assassinatos, realmente existem alguns vendendo seus serviços por 5 a 20 mil dólares, normalmente pedindo Bitcoin como pagamento. No entanto, olhando mais a fundo ,essas contas de supostos assassinos não tem reputação nenhuma nos sites ou comentários e recomendações e eles nunca aceitam usar um serviço de custódia. Isso só pode apontar para uma conclusão: todos eles são scams/falsos. Não custa nada colocar um anúncio nesses sites e scammers podem simplesmente esperar até um cliente contata-los, e depois extrair o pagamento adiantado, tanto quanto puderem. Alguns desses golpes pode até ser vigilantes e policiais, deliberadamente minar qualquer confiança nos mercados negros para esses serviços em uma tentativa de proteger as vítimas potenciais.
É fácil entender por que tantos escritores têm cometido esse tipo de erros. É fácil cair na tentação de uma história interessante que vai gerar pageviews/acessos, especialmente quando muitas vezes há tão pouco incentivo para vasculhar uma verdade mais desinteressante. Para combater esses mitos, portanto, todos nós devemos ser vigilantes. Se uma determinada história é injustamente tendenciosa contra o Bitcoin, ou mesmo tendenciosa injustamente em seu favor, é importante trabalhar juntos para ter certeza de que a verdade sempre prevaleça - no primeiro caso, para não assustar desnecessariamente adeptos potenciais do Bitcoin, e em segundo caso, não decepcionar. Esperemos que, como a compreensão do público sobre o que é Bitcoin continua a aumentar, nós estaremos vendo muito menos alegações falsas, em 2013, e, com sorte, o Bitcoin estará livre para subir ou cair - espero que suba - pelos seus próprios méritos.
Fonte: http://bitcoinmagazine.com/common-misconceptions-about-bitcoin-a-guide-for-journalists/
Tradução DanielBTC - 25/01/13 - 02:33 PM Gostou? Faça uma doaçãozinha para: 1LmQ48jScXPpA2oQiW1eCrLqpMKgJwxPGh
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